sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Religiosos criticam o divórcio imediato

Bem, sou o dono do Não Faço Ideia e, por convite do AsVeras, postarei aqui duas vezes por semana. Meu nome é Marcos Augusto (Vulgo, C.restranho). O meu primeiro post fala de uma coisa um pouco old, mas que vale a pena ser publicada. A lei do divórcio imediato.


                Como já é de costume, religião e lei não costumam concordar completamente. Dessa vez os religiosos, em geral, criticam a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do divórcio direto, que acelera a separação entre os casais. O período de um ano de separação formal foi retirado junto com os dois anos de vivência em residências distintas.
            Não é de se surpreender que isso tenha gerado a indignação religiosa, já que o divórcio contradiz, agora totalmente, a secular fala “Até que a morte os separe”. Agora, qualquer um, logo após receber a sentença de divórcio do seu ex-cônjuge, pode entrar com um novo pedido de casamento. O PEC do divórcio foi visto por autoridades religiosas como um incentivador da separação e como mais um ponto que banaliza a união.
Já para os autores da proposta, a medida vai propiciar novos casamentos de pessoas separadas, que, pelas regras atuais, não podem se casar em segundas núpcias até o divórcio de fato. Ainda foi dito que a PEC era como um remédio para que as pessoas possam se casar novamente e seguir felizes.


Vejo a lei como proveitosa, pois remove totalmente o desconforto e constrangimento de manter uma ligação legal com quem na verdade não se ama ou, até mesmo, vive-se brigando. É o direito de se arrepender e voltar atrás que, na verdade, todos deveriam poder usar sem ser julgados erroneamente.


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