sábado, 20 de novembro de 2010

EUA preparam arma do "Fim do Mundo" não nuclear!


Leiam, vi e achei muito interessante, tirem suas próprias conclusões!


Em uma recente entrevista dada ao jornal americano The New York Times, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, revelou que sua administração deu sinal verde para o estudo e desenvolvimento de um novo tipo de conceito de ataque militar, sem o uso de armas nucleares mas com o mesmo poder destrutivo. Tal conceito chama-se Prompt Global Strike, um sistema de ataque com mísseis e armamento "convencional" que pode atingir qualquer ponto do planeta em até uma hora.


Apoio político e financeiro ao projeto não falta. Robert Gates, o secretário da Defesa, revelou na emissora americana ABC o que a administração já abraçou o Prompt Global Strike. Prova disso são os US$ 250 milhões que Obama pediu ao Congresso para explorar a tal alternativa, que combina tecnologia militar e aeroespacial de ponta. John McCain, candidato presidencial republicano em 2008, também já manifestou o seu apoio a um programa que tem tanto de "caro como de essencial".


As reservas relativas à nova geração dos mísseis Trident, inicialmente pensados para incorporar o "Prompt Global Strike", fez com que muita gente no Departamento de Defesa se virasse para alternativas. A resposta deverá ser um míssil cujo projeto chama-se X-51: uma arma que os radares de Pequim e Moscou teoricamente não confundirão com um míssil nuclear.


Utilizando tecnologia espacial da NASA, esta será a única arma não nuclear capaz de atingir velocidade de Mach-5 (5.793 quilômetros por hora) e que utiliza os efeitos brutais da velocidade hipersônica para destruir os alvos com a força cinética aliada a uma ogiva "convencional".


De acordo com o Pentágono, este sistema não estará operacional antes de 2015 e o mais provável é que o seu desenvolvimento se prolongue até 2020. De acordo com a ficção científica militar americana, essa arma pode ser lançada de um bombardeiro B-52 e seria capaz de estilhaçar uma central nuclear iraniana ou norte-coreana, destruir um navio carregado de armamento no Oriente Médio ou ainda explodir o esconderijo de Bin Laden — que os Estados Unidos desistiram de encontrar há muito.


Tudo isso com cinematográfica "precisão extrema", em poucos minutos e com uma potência localizada equiparada à de uma bomba nuclear. E tão "humanitária" que não "sujaria" o ambiente ao redor, como acontece com a radiação emitida em uma explosão atômica.


Pentágono prevê ativação até 2015
O Pentágono espera posicionar uma primeira versão da nova arma em 2014 ou 2015. Mas mesmo segundo os prazos mais otimistas, um conjunto completo de mísseis, ogivas, sensores e sistemas de controle só deverá entrar para o arsenal entre 2017 e 2020, muito depois de Obama ter deixado o governo.


O planejamento do PGS está sendo chefiado pelo general Kevin P. Chilton da Força Aérea, o mais alto oficial do Comando Estratégico das Forças Armadas e o homem encarregado pelo arsenal nuclear americano. Na administração Obama, a nova parte do trabalho do general Chilton é conversar a respeito de "alternativas convencionais".


Falando a partir da Base Offutt da Força Aérea, o general Chilton descreveu como a capacidade convencional oferecida pelo sistema proposto daria ao presidente "mais opções".


"Hoje, nós podemos apresentar algumas opções convencionais ao presidente para atacar um alvo em qualquer parte do globo, variando de 96 horas a várias horas, talvez quatro, cinco ou seis horas", disse Chilton. "Isso, contudo, não seria rápido o bastante", destacou, "caso chegasse um dado do setor de inteligência sobre uma movimentação de terroristas da al-Qaida ou o lançamento iminente de um míssil".


"Se o presidente quiser agir contra um alvo em particular mais rapidamente do que isso, a única coisa mais rápida que temos é uma resposta nuclear", disse.


O que é
O Prompt Global Strike (PGS) é uma iniciativa militar americana que pretende desenvolver um sistema capaz de desferir um ataque militar convencional em qualquer parte do mundo em apenas uma hora, do mesmo modo que um ataque militar nuclear pode ser realizado atualmente com mísseis balísticos.


Como declarado pelo general americano James Cartwright, "hoje, a menos que se decida pelo uso de armas atômicas, gasta-se dias, talvez semanas", até que um ataque militar com forças regulares possa ser lançado.


O objetivo desse sistema é prover de capacidade rápida de ataque convencional a partir do território dos Estados Unidos contra qualquer parte do globo terrestre em um caso de emergência ou conflito. O sistema PGS será implementado para complementar as outras partes do sistema estadunidense de agressão global, com um sistema que pode desferir um ataque contra qualquer lugar do planeta ou do Espaço em até 60 minutos.


O sistema é visto pela administração Obama como um meio de reduzir o arsenal nuclear e os gastos envolvidos nele, enquanto mantém capacidade idêntica de destruição. Entretanto, esse sistema é capaz de, ao ser acionado, ativar os sistemas de defesa nucleares de Rússia e China, o que teria feito a administração Bush engavetar o projeto.


Ainda não estão claros os detalhes técnicos e as precauções que deverão ser tomadas para assegurar a esses países que o míssil lançado não carrega ogivas nucleares. Alguns técnicos militares sugerem mísseis de trajetória de baixa altitude ou até inspeção dos sítios de lançamento por russos e chineses.


A tecnologia desse sistema preocupa tanto outras nações que a administração Obama acabou cedendo às exigências da Rússia para que os Estados Unidos desativem um míssil nuclear para cada míssil PGS. Essa disposição foi tratada no último acordo fechado entre EUA e Rússia, assinado por Obama e Medviédev em Praga.


Em 11 de abril, o secretário de Defesa dos EUA, Robert Gates, indicou que o país já possui capacidade para desferir um ataque pelo Prompt Global Strike. O tratado assinado entre russos e americanos em 8 de abril não distingue armas nucleares de convencionais, significando que cada míssil do sistema PGS ou ogiva nuclear será considerado para os limites de armamento estipulados no acordo. Entretanto, o Departamento de Estado dos EUA declarou que isso não deve interferir nos planos de desenvolvimento do PGS, já que não ultrapassaria o limite estabelecido.


Fonte: Aqui.

19 comentários:

  1. A relação entre os E.U.A e a sua indústria é quase que simbiótica, ou seja, um não consegue sobreviver sem o outro.

    Creio que chegará um dia em que investimentos vultuosos serão concentrados em setores relativos ao desenvolvimento humano e não em sua aniquilação.

    Um ponto a menos pro governo Obama!!!

    Parabéns pelo post.

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  2. Bom! A vantagem disso é que surgem novas tecnologias uteis também!

    Abraços!

    http://neowellblog.wordpress.com/

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  3. Excelente postagem!
    Parabéns pelo blog!

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  4. Este comentário foi removido pelo autor.

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  5. Tem um documentário que se chama "Why we Fight", ou na tradução brasuca "Razões para a Guerra" que deixa extremamente claro as relações bilaterais que sempre existiram entre a indústria bélica e o governo norte- americano. Chega a dar ânsias!! Chove no molhado, é bem verdade, mas as vezes o óbvio passa desapercebido e depois de ter visto esse documentário... ¬¬

    Outra coisa que merece destque é um tl de Projeto HAARP, que aliás, é algo que merecia um texto (dica)
    Veja esse video no youtube sobre e caia para trás!! É incrivel!!
    .
    http://www.youtube.com/watch?feature=iv&annotation_id=annotation_266636&v=-4WSk6OrjFo
    .

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  6. Os EUA quer sempre manter o seu papel hegemônico. Enquanto invadem paises como o Iraque, acusando-o de ter armas químicas, algo que nunca foi encontrado, os norte-americanos nada fazem com seus parceiros que declaram oficialmente que possuem tais armas como Israel. Por isso, seria bom se países como Brasil. China, India e Rússia tivessem assento no Conselho de Segurança da ONU.

    Se quiser, visite também meu blog:

    http://midiacidada.blogspot.com/2010/11/escalada-da-intolerancia.html

    Abs

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  7. Nossos amigos americanos mais uma vez acabando com o mundo!

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  8. Usa sempre polemico nestes assuntos de guerra de armas e tudo que envolve poder, muda o presidente e a politica continua a mesma, será que ninguém pensa em viver em paz neste mundo.

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  9. Eles já invadiram o Iraque com uma desculpa esfarrapada para conseguir o petróleo, quando precisarem de água, o alvo vai ser o Brasil.
    País de merda, o câncer do mundo

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  10. especialista em armas de guerra23 de novembro de 2010 09:58

    Eu pesquisei mais e descobri que essa arma é composta de 2 mísseis que são disparados um atrás do outro para o mesmo alvo com um intervalo de poucos segundos, um vai carregado de mel de abelha e o outro com penas de galinha...é extremamente humilhante para os adversários pópópóóóc, pópópóóóc...

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  11. acho que essa materia e a maior mentira,por que motivos eles iriam revelar que tao construindo uma arma nuclear e que nenhum radas pode detectar.
    aff pura mentira

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  12. "acho que essa materia e a maior mentira,por que motivos eles iriam revelar que tao construindo uma arma nuclear e que nenhum radas pode detectar."

    Isso que é interpretação de texto ^^

    Caras, pessoal é muito inocente com todo esse negócio hippie e talz. Claro que a guerra é uma merda. Mas caiam na real: qualquer país que se preze tem que se garantir militarmente para assegurar hegemonia. Isso é o mundo, e o Presidente não pode querer virar as costas para isso como se fosse um tongo qualquer. Presidente, antes de tudo, tem que ter culhão.

    Se o Brasil quiser se assegurar como potência mundial, também vai ter que se garantir militarmente. Quanto tempo vocês acham que o Brasil vai poder manter essa cara de cachorro manso e ainda fazer diferença no mundo atual?

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  13. podiam fazer um monte e jogar tudo na china, depois dizer que não foram eles
    aiuhuiahuihaui

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  14. Não duvido nada desses monstros. O Anticristo não é uma pessoa, mas sim um país!

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  15. Eles se acham os donos do mundo, mas não são.

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  16. Nos EUA sai presidente entra presidente e tudo continua a mesma merda, sempre aquele fingimento de "estamos fazendo isso pq é melhor para os EUA", puta pensamento egoísta...

    www.feriasdopresidente.blogspot.com

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  17. Eu concordo com o Felipe Matula. É exatamente como ele disse.

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